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A pressa cotidiana e a guerra inventada

  • Foto do escritor: Bárbara Amorim
    Bárbara Amorim
  • 11 de mar. de 2022
  • 1 min de leitura

A pressa cotidiana e a guerra inventada

A pressa cotidiana por vezes nos engole. É o trem que se aproxima na ida ao trabalho, um relatório que precisa ser entregue ou um ingrediente que faltou para o almoço. Opa, o jeito é correr para o mercado!


Entretanto, às vezes, quem desenha a pressa somos nós. Não tem trem, relatório ou falta de ingrediente. As contas estão pagas, mas parece o fim do mundo. Você acorda, derrama o café pela garganta e começa a correr pela casa. Poderia ser a esteira da academia, mas não é, pois, você nunca se inscreveu. Sabe como é, né? Sem tempo.


Se a sua vida fosse um filme, com certeza, seria um filme de ação. Pois é, eu sei que você sempre diz que falta emoção e que a sua rotina é um tanto quanto pacata. Mas meu bem, você não para e se repara? Olha esse roteiro que você cria todos os dias, sem tempo nem para beber água, mas voando de um cômodo para o outro. A meu ver, parece emocionante.


Agora, se você está em busca de emoções mais saudáveis, favor, se dirija à próxima cena. Crie um novo roteiro, beba água e faça esteira somente na academia. O mundo não vai acabar só porque a sua mente é ansiosa e inventou uma guerra para você lutar. Pode parar, respirar e dançar. É de graça e alivia o estresse.



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© 2025 por Bárbara Amorim

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